A Code Week 2020 está aí…

A 7ª Semana Europeia do Código (CodeWeek) está a chegar. Este ano a iniciativa decorrerá ao longo de mais de duas semanas, mais precisamente de 10 a 25 de outubro. Porém o seu início é assinalado em forma de webinar já no dia 8 e vai contar com a participação de alguns dos maiores especialistas na matéria (pode consultar aqui https://codeweek.eu/featured-activities). A iniciativa, à semelhança dos anos anteriores, é promovida por diversas entidades europeias, das quais se destaca a Comissão Europeia.

Esta iniciativa visa celebrar a criatividade e desmistificar questões relacionadas com a programação, de forma a dar a conhecer, cativar e trazer mais crianças, jovens e adultos para este “mundo”. Além disso, não se pode ignorar que o mercado de trabalho está ainda a necessitar de programadores e de se estimar que a procura continue nos próximos anos. Daí que tenha havido, desde o início, o envolvimento de muitas organizações, o que tem feito desta iniciativa um sucesso, de tal forma que atividades, como a da Semana Europeia do Código, têm sido promovidas por todo o mundo, aliás o mapa das atividades inscritas para a “CodeWeek” ultrapassa, e muito, as fronteiras da Europa.

Portugal não tem ficado de fora desta iniciativa e à semelhança do resto da Europa tem registado vários eventos dos os anos, tendo o recorde sido alcançado em 2019 com mais de 700 eventos em todo o país. Para este ano estão já registados mais de uma centena. Qualquer pessoa pode registar a sua atividade na plataforma (em https://codeweek.eu/events). Assim que estiver registada surgirá no mapa. Podem registar qualquer tipo de atividade, podendo ser um workshop, aula aberta, formação contínua, etc…desde que tenha como temática a programação.

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Três aplicações para iniciar o seu filho na programação

Nos últimos anos, o saber programar tem sido indicado como uma competência essencial para o século XXI, facto que tem originado várias iniciativas, sendo umas de carácter regional, outras de caráter nacional e há até de caráter internacional como a “Hora do Código” ou a Semana Europeia do Código. Todavia, quando se trata de iniciar os nossos filhos neste mundo da programação a escolha sobre que ferramentas usar pode ser complicada, principalmente pela quantidade e qualidade da oferta que é muito variável.

Esta tarefa de selecionar o recurso para ajudar os nossos filhos a se familiarizarem com a programação de computadores e robôs torna-se ainda mais complexa se não estivermos minimamente por dentro do mundo da computação. Se for o seu caso, é possível que lhe surjam algumas questões como:

O que ensinar?

Por onde começar?

Com que idade começar?

Se a estas dúvidas acrescentarmos o facto, já referido, de existirem centenas de sites, aplicações e outros recursos disponíveis no mercado, podemo-nos deparar com mais um problema que é vermo-nos a ser arrastados para uma pesquisa interminável e a incapacidade de escolher o melhor recurso didático.

Neste artigo, não lhe darei todas as respostas, mas expor-lhe-ei três aplicações de enorme sucesso, que ajudarão o seu filho a conhecer e a iniciar-se neste enorme mundo da programação.

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Reforço da Democracia? – Devolvam as freguesias às populações

(Originalmente publicado no Jornal N de 28 de setembro de 2020)

Num momento em que tanto se fala sobre o crescimento dos extremismos, nomeadamente da extrema-direita, seria de esperar que se reforçassem os pilares da Democracia. No entanto, não se tem verificado o reforço destes pilares, assim como não se têm efetuado as reformas necessárias. A acrescentar, tem-se verificado que muitos partidos e figuras de relevo têm cedido ao populismo barato e demagogo que apenas contribuiu para a ridicularização da política.

Relativamente à ridicularização política, importa salientar que esta é perseguida religiosamente por uma parte da comunicação social nacional que tende a dar destaque ao circo que se faz em torno da política (geralmente com intenção de desviar as atenções) e não ao que realmente interessa. Chegando-se ao cúmulo de o tema político principal do dia ser o vestuário de deputados ou assessores, conforme se verificou no passado.

Voltando à Democracia, não se pode olvidar que um dos pilares que a sustenta é o envolvimento dos cidadãos na política, caso contrário esta pode tornar-se uma atividade de elite com interesses não condizentes com as reais necessidades das populações, levando a que surjam as democracias de fachada.

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O Dilema das Redes Sociais – o documentário

Imagem Netflix

A Netflix lançou hoje (9 de setembro de 2020) um documentário intitulado “O Dilema das Redes Sociais” que ao longo de cerca de uma hora e trinta minutos nos vai mostrando como as “redes sociais” evoluíram de algo que, à partida, seria positivo para algo que tem contribuído, à escala global, para, entre outros, a polarização das opiniões e comportamentos.

No decorrer do documentário vão surgindo diversos protagonistas que em determinado momento das suas vidas tiveram um papel fundamental na construção do que são hoje as diferentes “redes sociais”. Como seja o antigo presidente da Pinterest, da Facebook e também antigos responsáveis da Google. Surgem ainda engenheiros informáticos, designers e investigadores de relevo na área. Ou seja, todo o documentário tem contributos de indivíduos que conhecem o “sistema” por dentro ou que o estudam há vários anos. Aliás, este pode ser mesmo o grande estímulo para ver e rever este filme.

Todo o documentário vai-nos levando por diversas reflexões, mesmo sobre alguns aspetos que parecem óbvios, mas que antes de os vermos verbalizados parecem não figurar no consciente.

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Aprender música com o Chrome Music Lab

(Artigo originalmente publicado no blogue do Centro da Criança)

O Chrome Music Lab chegou até mim por mero acaso quando efetuava uma breve pesquisa sobre ferramentas online para Educação. No entanto, assim que experimentei tive alguma dificuldade em sair do website, dado o conjunto de funcionalidades divertidas e interessantes que este apresenta.

Este website, desenvolvido pela Google, permite aprender música de forma divertida e como os próprios autores afirmam, hands-on, que é como quem diz com as mãos na massa.

O website tem um design simples e atrativo, típico da Google. Além do descrito, presenteia-nos com outros aspetos positivos: a gratuitidade do serviço, a possibilidade de ser usado em todos os dispositivos (incluindo tablets e telemóveis) e o facto de ser de código aberto, permitindo a sua utilização no desenvolvimento de outros recursos digitais.

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