Dia Nacional do Sargento

Comemora-se hoje mais um Dia Nacional do Sargento, Classe a que pertenci com muita honra e orgulho, a espinha dorsal das Forças Armadas.

Este é o Dia Nacional do Sargento em homenagem aos Sargentos que a 31 de janeiro de 1891 se revoltaram na cidade do Porto e que teve como ponto máximo o hastear da bandeira vermelha e verde com a população a gritar vivas à República (deixo aqui o livro gratuito sobre a efeméride http://www.gutenberg.org/ebooks/29484…)

A revolta não foi bem-sucedida e teria um desfecho rápido e implacável. No entanto, estes heróis ficariam para sempre ligados à República e à História do seu país, mesmo que algumas elites os tentassem, durante muitas décadas, ofuscar.

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“Crianças em perigo por trás dos ecrãs”

Peça jornalística de Madalena Queirós do Contacto (jornal da comunidade de língua portuguesa no Luxemburgo) com um pequeno contributo meu: https://www.wort.lu/pt/sociedade/criancas-em-perigo-por-tr-s-dos-ecr-s-61e03231de135b92367a5b9e?fbclid=IwAR1WHRE5305XZvQrJZnceNqvOM_RCX5X4LOvHoF48C1RJ3dhuSDaKqOWRBw

Sitara: Let Girls Dream

Pari com a irmã mais nova (Sitara: Let Girls Dream, 2020)

Um dos trabalhos que solicitei aos meus alunos de Animação 1 da Licenciatura em Comunicação Multimédia foi que apresentassem uma curta-metragem de animação. Um dos objetivos desta proposta é que através dos pares os alunos ficassem a conhecer artistas, técnicas, estilos e narrativas, no fundo aprofundar a cultura geral sobre a temática.

Recentemente, um dos alunos trouxe-nos a curta Sitara: Let Girls Dream (2020). Esta que é a primeira curta-metragem de animação paquistanesa a chegar à Netflix.

Sitara: Let Grils Dream (Sitara: Sonhando com as Estrelas, em português), apesar de ter arrecadado três prémios no Festival de Animação de Los Angels (Melhor Argumento Produzido, Melhor Música e o Prémio Humanitário), era-me desconhecido. Tecnicamente não é brilhante, mas o objetivo não é nem nunca foi esse. Esta curta lançada, propositadamente, no dia 8 de março de 2020 (Dia Internacional da Mulher) tem como objetivo alertar para as 12 milhões de meninas que todos os anos veem os seus sonhos tornarem-se impossibilidades devido ao casamento.

Sitara foi escrito e realizado pela galardoada cineasta, jornalista e ativista Sharmeen Obaid-Chinoy (paquistanesa). Além da pertinência do tema, este trabalho, que começou a ser produzido em 2012, tem outras particularidades. No decorrer dos anos, a equipa paquistanesa enfrentou múltiplos desafios para criar um filme de animação de alto nível, isto porque no país há pouca educação cinematográfica e, portanto, poucos profissionais de animação e falta de equipamento e software com a qualidade necessários. Tudo foi ultrapassado com persistência, tutoriais do Youtube e ajuda de alguns elementos da Pixar.

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