Oficina Tecnologias Emergentes – Preparem-se pais!

Oficina SafeWeb – Tecnologias Emergentes – Preparem-se pais!

Na passada quinta-feira (8 de abril de 2021), participei, como convidado, numa oficina organizada no âmbito do projeto SafeWeb* e intitulada “Tecnologias Emergentes – Preparem-se pais!”.

O objetivo desta oficina era, essencialmente, dar a conhecer aos encarregados de educação dos participantes do projeto SafeWeb algumas das tecnologias emergentes e os possíveis impactos destas na sociedade. Partindo com esse objetivo, comecei por mostrar que muitas das tecnologias que surgem nos filmes e livros de ficção científica foram já inventadas (mesmo algumas das mais surpreendentes). Na segunda parte da oficina abordei algumas das tecnologias emergentes, mas com uma perspetiva de como é que estas nos poderão a viajar até ao passado e a projetar o futuro com exatidão.

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“Ela é azul” – 60 anos do primeiro voo tripulado no espaço.

1961: Yuri Gagarin no espaço | Fatos que marcaram o dia | DW | 12.04.2016
Yuri Gagarin

Há 60 anos, o cosmonauta soviético Yuri Gagarin era o primeiro humano a chegar ao espaço e a orbitar a Terra, numa viagem de 108 minutos, à “boleia” do foguetão Vostok 1, que foi lançado de Baikonur, no atual Cazaquistão.

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Órbita completa da cápsula Vostok 1 (crédito: Space Exploration)
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O Castelinho de Leça da Palmeira

O “Castelinho” de Leça de Filipe T. Moreira

O “Castelinho” de Leça da Palmeira, em tempos conhecido por “Miramar” foi inicialmente contruído na margem direita do rio Leça, junto à sua foz em 1870. Com a ampliação do porto, que o transformaram num verdadeiro porto comercial, o “Castelinho” foi deslocado para a praia de Leça, onde hoje ainda se situa.
Hoje é apenas uma memória de outros tempos, no entanto, quando foi construído servia para dar “senha” aos barcos de pesca que passavam à vista da costa.

“No dia 21 de Outubro de 1870, pelas 10 horas da manhã, foi inaugurado com toda a solenidade o mira-mares de Leça da Palmeira, a que assistiu a direcção da primeira comissão auxiliadora da Real Sociedade Humanitária local e várias pessoas consideradas, que para esse acto foram entretanto convidadas.
O melhoramento, que ficou a dever-se ao senhor João Pinto de Araújo e por ele custeado na íntegra, é uma obra verdadeiramente filantrópica, que honra aquele senhor e patenteia os seus generosos sentimentos.”
In “Comércio do Porto”